tóxico


Já Ouviu Falar da Dioxina? Talvez Você Também Esteja Intoxicado.

No Brasil, o assunto é praticamente desconhecido e talvez você também nunca tenha sequer escutado este nome um dia. A dioxina é uma família de substâncias químicas que contém carbono, hidrogênio e cloro. A encontramos em boa parte dos alimentos, nos produtos de higiene pessoal, em produtos de plástico (principalmente quando entram em contato com algum tipo de calor), etc. Produtos que passem por um processo brusco de branqueamento e posteriormente entrem em contato com o nosso corpo liberam esta toxina e por consequência, nós a absorvemos. Ela é mais um tóxico causador de uma série de adversidades na saúde, incluindo o retardamento no desenvolvimento e aprendizado, falta de memória, anormalidades no sistema reprodutivo e imunológico, diabetes e possui alto potencial cancerígeno. Sem saber do perigo que esta substância causa ao entrar em contato com o nosso corpo, milhares de pessoas do mundo inteiro compram alimentos que já vem aquecidos em embalagens de isopor. Para melhor exemplificar tamanho malefício, apenas uma marmita de isopor é capaz de liberar uma quantidade de dioxina que equivale a 5 meses consecutivos bebendo diariamente pelo menos 4 unidades de uma bebida aquecida e posteriormente adicionada em embalagens de plástico ou isopor. Pra piorar, você sabia que já vem sendo intoxicado desde criança (por falta de conhecimento) pelos seus pais? Pois dificilmente se encontra alguém que quando bebê não tomou mamadeira em uma embalagem de plástico aquecida. Como se não bastasse, o governo não se preocupa em regular o transporte de galões de água mineral […]


Será que a Fluoretação Realmente é Necessária? Saiba a Verdade por Trás

Dentre as inúmeras pesquisas realizadas pela Associação Dakila liderada por Urandir Fernandes de Oliveira, hoje o tópico será sobre os malefícios do flúor. Quando se escuta essa palavra, a primeira informação que nos vem à mente é o poder dele de prevenir a cárie, correto? Sabendo disto, resolvemos conversar com uma dentista para saber da veracidade desta informação e para entender melhor o processo: Dra. Sonia Dias: “Podemos dizer que o esmalte dentário é uma capa dura de aproximadamente 2mm de espessura e que protege as partes internas do dente. Esta capa é constituída em sua maior parte de um mineral chamado hidroxiapatita. Esta camada de esmalte é de dureza comparável ao osso, mas em compensação é porosa suficiente para acumular bactérias. Após a ingestão de determinados alimentos (aqueles que contém açúcares/carboidratos), o Ph salivar torna-se imensamente ácido em presença das bactérias existentes na boca. Com isso, acontece uma desmineralização do esmalte dentário. Quando ingerimos o flúor, há uma interação química entre ele e a apatita do esmalte (hidroxiapatita) formando então a fluorapatita que é bem mais resistente ao Ph ácido. Por esse motivo ele é tido como “mocinho” na história da cárie dentária. Porém, os malefícios do consumo são imensos e existem outras formas para se precaver sem ter tanto prejuízo, sendo uma delas a mudança na alimentação. Eu sempre pesquisei sobre o Flúor, e optei por nunca o utilizar no meu consultório. Aproveito a presença dos meus pacientes para os conscientizarem e para diminuírem a ingestão desta substância […]