estrelas


Minerais Capazes de Curar a Doença de Alzheimer

Infelizmente o Alzheimer é a mais frequente doença neurodegenerativa na espécie humana.  É responsável por provocar uma deterioração na memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras inúmeras consequências. O objetivo desta matéria é passar o conhecimento que a Associação Dakila Pesquisas liderada por Urandir Fernandes de Oliveira descobriu que auxilia muito na melhoria desta doença. Em inúmeros casos, acontece a cura completa. Para prevenir:  Magnésio Quelado –  500 mg Enxofre – 2 gramas Óleo de coco – 2 colheres de sopa Para quem já desenvolveu a doença: Magnésio Quelado – 500 mg Enxofre – de 4 a 6 gramas Óleo de coco – 2 a 4 colheres de sopa Partindo da ideia de que os alimentos foram perdendo a sua taxa nutricional ao longo dos anos, em muitos casos a suplementação torna-se necessária e é bastante eficaz (procure um nutrólogo de confiança para que ele te auxilie nesta parte). Caso você conheça alguém que possui a doença de Alzheimer, passe esta informação adiante. Já que a medicina diz que não tem cura, o que ela teria a perder? Acredite na cura. As vitaminas proporcionam maravilhas para o nosso corpo!  Não subestime um corpo bem nutrido. 


Pare de Aquecer os Seus Alimentos no Micro-ondas – A Sua Saúde Agradece

Até quando as pessoas irão continuar na ignorância sacrificando a sua saúde em troca da conveniência do microondas? Se você não sabe do que estou falando, continue a ler esta matéria e informe-se. Podemos encontrar o micro-ondas em 90% dos lares dos americanos. Ao questionarmos cada pessoa sobre o que levou ela a adquirir este forno, a explicação lógica é a sua conveniência e a eficácia na hora de economizar energia. Pois, foi esta informação que chegou até ela através da mídia e de todas as plataformas que ela tem acesso. E se eu te contasse outra versão? Acredite, o alimento que entrar em contato com ele, não importa quão saudável seja, perderá todos os seus nutrientes. Um exemplo: você chega em casa no final do dia cansado, e quer esquentar a comida que sobrou do almoço. Opta pela sua conveniência e esquenta arroz, feijão, carne, brócolis e cenoura. Come aquela refeição pensando estar ingerindo uma alimentação balanceada, como te ensinaram nos noticiários. Porém, a grande questão é: no momento que aquela refeição entra em contato com aquela energia eletromagnética (ondas de luz ou ondas de rádio), ela é capaz de retirar 100% dos nutrientes e zerar a qualidade daqueles alimentos. Outro fator que deve ser levado em consideração, são os alimentos aquecidos em recipientes de plástico que liberam uma substância altamente tóxica chamada DIOXINA. Se você não sabe do que estou falando, acesse o link a seguir: http://www.urandir.com.br/2017/04/dioxina-tire-esta-toxina-do-seu-dia-dia.html Lembre-se disso da próxima vez que for esquentar a sua refeição ou a do seu filho, deixe a preguiça […]


Será que a Fluoretação Realmente é Necessária? Saiba a Verdade por Trás

Dentre as inúmeras pesquisas realizadas pela Associação Dakila liderada por Urandir Fernandes de Oliveira, hoje o tópico será sobre os malefícios do flúor. Quando se escuta essa palavra, a primeira informação que nos vem à mente é o poder dele de prevenir a cárie, correto? Sabendo disto, resolvemos conversar com uma dentista para saber da veracidade desta informação e para entender melhor o processo: Dra. Sonia Dias: “Podemos dizer que o esmalte dentário é uma capa dura de aproximadamente 2mm de espessura e que protege as partes internas do dente. Esta capa é constituída em sua maior parte de um mineral chamado hidroxiapatita. Esta camada de esmalte é de dureza comparável ao osso, mas em compensação é porosa suficiente para acumular bactérias. Após a ingestão de determinados alimentos (aqueles que contém açúcares/carboidratos), o Ph salivar torna-se imensamente ácido em presença das bactérias existentes na boca. Com isso, acontece uma desmineralização do esmalte dentário. Quando ingerimos o flúor, há uma interação química entre ele e a apatita do esmalte (hidroxiapatita) formando então a fluorapatita que é bem mais resistente ao Ph ácido. Por esse motivo ele é tido como “mocinho” na história da cárie dentária. Porém, os malefícios do consumo são imensos e existem outras formas para se precaver sem ter tanto prejuízo, sendo uma delas a mudança na alimentação. Eu sempre pesquisei sobre o Flúor, e optei por nunca o utilizar no meu consultório. Aproveito a presença dos meus pacientes para os conscientizarem e para diminuírem a ingestão desta substância […]